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Logo desde o início da
comemoração do Dia
Mundial da Criança, a 1
de Junho, Portugal
participou logo nessa
celebração.
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Os governantes
portugueses achavam
importante colaborar em
tudo o que mostrasse que
se preocupavam com o
bem-estar das nossas
crianças!
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No entanto, por causa do
regime de Salazar, ao
princípio nem tudo
correu bem.
Apoiava-se a "Declaração
dos Direitos da Criança",
mas não se fazia nada
para que os seus 10
importantes princípios
fossem cumpridos.
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Depois do
25 de Abril, o Dia
da Criança foi mais
festejado e os pequenos
portugueses tiveram
direito a leis próprias
que ficaram escritas na
Constituição da
República!
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Estas leis estavam
relacionadas com a
educação, saúde e
família.
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A 21 de Setembro de
1990, pouco depois da "
Convenção dos Direitos
da Criança" se
tornar uma lei
internacional, Portugal
ratificou o
documento.
Ou seja, comprometeu-se
a cumprir o que lá está
escrito e obedecer aos
seus 54 artigos.
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Isto significa que o
governo português deve
fazer todo o possível
para que as crianças
beneficiem dos direitos
que estão na
"Convenção...".
Infelizmente, mesmo com
a "Convenção dos
Direitos da Criança",
ainda existem crianças:
- que sofrem maus
tratos;
- com má alimentação;
- que são obrigadas a
trabalhar como adultos;
- que não vão à escola.
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Apesar de vivermos numa
sociedade muito
evoluída, a preocupação
com as crianças tem de
continuar.
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Porque ainda há muitos
países do mundo onde os
mais pequenos continuam
a trabalhar muitas
horas, sem ir à escola e
ganhando quase nada.
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Sabias que em Portugal
ainda existem centenas
de crianças nesta
situação?
Todos podemos contribuir
para mudar isto.
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Ajuda os pais, mas não
faltes à escola: cria um
futuro melhor para ti!